Feeds:
Posts
Comentários

Dificilmente alguém vai conseguir escrever uma história de ficção científica tão engraçada quanto O Guia do Mochileiro das Galáxias. E se você não sabe nada desse livro aconselho a correr para livraria mais próxima e comprar a coleção toda. Ou enfiar a cabeça debaixo da terra, o que preferir.

Enfim, estava falando do Guia…

Bem, pode não ser a coisa mais engraçada ou mesmo a mais brilhante do mundo. Mas certamente é uma das séries mais legais que eu tenho lido ultimamente para compensar minha reclusão nas praias capixabas. Caramba, é um troço legal de ler! Ou você pensa que eu só vivo de escritores prêmio nobel e clássicos da literatura?

Pra falar a verdade, tenho lido cada vez menos essa gente clássica. Um exemplo é Conversa na Catedral de Mario Vargas Llossa. Eu até falei do livro aqui uma vez, mas devo dizer a vocês, o troço é um porre mortal. Prefiro ser empalado por um jumento do que ler essa benga de novo. Em compensação estou me preparando para reler O Senhor dos Anéis, volume único pela terceira vez logo depois que terminar os livros do Douglas Adams.

Sim, sou um nerd de Senhor dos Anéis e adoro a historinha do Frodo de queimar o anel na Montanha da Perdição(UI!).

Mas voltando ao assunto: Douglas Adams.

Eu não classificaria os livros dele como ficção científica, como muita gente faz. Pra mim são críticas sociais feitas em forma de piada, que é o melhor jeito de fazer critica social. Isso se você não é um militante nojento do PSTU que só sabe encher o saco dos outros não sabe o que é comédia. Aliás, você não saberia o que é vida e provavelmente só comeria aquelas militantes de cabelo no sovaco que mal tomam banho e querem posar de feministas… ARGH!!! Já vi muitas dessas no tempo da faculdade. Tipinhos asquerosos pra dizer a verdade.

Pois bem, depois de mais um digressão enorme voltemos à pauta. O legal no Guia, e também nos outros livros da série, é como os tipos mais malucos são colocados num universo totalmente biruta e isso tudo parecer algo coerente. Muito coerente, aliás. A não ser pelo Arthur Dent, que quase tem ataques de histeria por conta das locuras daquela turma.

Em tempo, Arthur Dent é um dos protagonistas da história. E esta começa em sua casa quando a mesma está prestes a ser demolida por razões imbecis. Pelas mesmas razões imbecis seu amigo, Ford Perfect, está muito preocupado pois sabe que essas razões farão o mundo explodir em exatos vinte minutos. Basicamente a história conta como Ford salvou Arthur da destruição e as enrascadas que eles se meteram no universo.

Falemos mais do senhor Arthur…

No meio das coisas completamente descabidas que os personagens dizem ao longo da história ele é o único que para e diz, “cacete, isso tudo não faz o menor sentido!”. Aliás, se você quiser ler a história prepare-se para não ver sentido em quase nada por ali. Até porque, na minha cabeça a idéia não é ser verossímel e sim engraçado.

Até porque, onde mais você encontraria um robô maníaco depressivo e um presidente de galáxia completamente pirado? Sim, esses personagens são de longe os mais engraçados pra mim.

Há alguns anos atrás fizeram uma adaptação do livro para cinemas. E digo que fui na estréia e ri muito. Só que na época eu nunca tinha lido o raio do livro em momento algum.

Aliás, minto, aluguei o vídeo meses depois… Ou não! Minha memória pra essas coisas é uma merda!

A verdade é que me diverti pra cacete com o filme. Não posso julgar as duas coisas, livro e filme, primeiro porque não me lembro muito bem do filme e segundo porque eu tenho uma preguiça enorme disso.

Mas tenho que admitir que Marvin continua sendo uma bola metálica depressiva e a Zooey Deschanel sempre será a Trillian por mais que me digam que os personagens não são assim. Foda-se, eu não ligo pra o que os outros pensam mesmo…

É isso que eu gostaria de dizer. Agora vou aproveitar a brisa marinha para uma noitada a beira mar. Quem sabe eu consiga alguma coisa hoje? Pelo menos um siri, quem sabe…

Eu já dissertei sobre meu amor aos videogames aqui. Mas acho que ainda não falei de uma coisa que me atrai mais ainda nesses brinquedos. A narrativa.

Sim, videogamente tem narrativas caso você seja um jogador idiota de FPS que só sabe atirar pra todo lado. Se não fosse assim garanto que não teria metade do sucesso que tem hoje. Claro que não se pode comprarar o modo de contar histórias num jogo com um filme ou livro. Ate porque, os três são mídias bastante diferentes.

Vamos começar com o óbvio: videogames tem o intuito principal de serem interativos. Ou seja, você não é um mero espectador da história e sim um dos personagens dela e suas ações serão decisivas para o desenrolar da trama. Diferente de um livro onde você pode parar de ler a qualquer momento e retomar outro dia, nos jogos cada partida pode te contar uma história diferente, dependendo do jeito que você joga.

Um bom exemplo que eu costumo usar são os filmes de terror. Vou contar que acho esses tipos de filme a coisa mais chata já criada depois dos programas de auditório dominicais. Não me assusta de modo algum, só fico enojado com a sangueira desmedida de alguns. Muitas das vezes mal conseguem me surpreender, posto que eu sei o que vai acontecer no próximo minuto de história. Sim, filmes de terror são previsíveis e eu sou fodão, acostumem-se com isso… Acontece que o mesmo não ocorre comigo quando jogo um, digamos, Silent Hill da vida. Mesmo que eu tenha noção do que vai acontecer quando eu abrir determinada porta, a coisa toda muda de figura. Eu sou o personagem ameaçado e o que posso fazer é tentar sobreviver ao ambiente hostil que o jogo me ofereçe. Isso explica porque eu me cago de medo de Silent Hill a ponto de não conseguir jogar mais que uns minutos. Sou um cagão mesmo, me processem.

A grande diferença disso tudo é o poder de imerssão oferecido pelo jogo. Muito mais do que qualquer outra mídia.

Aposto que se você estivesse na situação desse cara iria se borrar também.

Então, videogames são superiores a qualquer outra mídia porque te permite “entrar” mais na história? Não necessariamente. Um bom escritor pode te fazer interagir com a história que está contando do mesmo modo, assim como um bom diretor. O que diferencia o videogame te faz ser o protagonista ao invés de um espectador de luxo. Essa é a grande diferença e sobre o que eu estou batendo durante todo este texto.

Assim, meus desejos de ser o herói destemido que salva o mundo do mal são muito melhor realizados jogando um bom RPG do que vendo um filme, isso é algo que não se pode negar.

Por hoje é só, e não fiquem presos o tempo todo na fantasia! Não é saudável.

Sim, senhoras e senhores. Vamos falar de literatura novamente. E como havia prometido antes, de José Saramago, prêmio Nobel de Literatura – se bem que hoje em dia isso não signifique muita coisa – e um dos escritores que mais respeito no mundo. Sim, eu o continuo respeitando apesar das verdadeiras bombas atômicas que ele vem escrevendo nos últimos anos. Mas falaremos disso mais pra frente. Vamos começar falando só bem do velho.

Saramago é o que eu chamo de expoente atual a literatura em língua portuguesa. Afinal, você conheçe alguém que escreveu coisas mais fodas do que ele em português e que ainda esteja vivo? Eu não. Por isso Saramago merece um grande status.

O velho é o bicho mesmo!

O homem é, antes de tudo, um político. Ele sempre vai tentar te convencer das suas idéias no decorrer da história. Seja da sua crença política ou do seu ateísmo. Saramago não é um autor que simplesmente quer contar uma historinha e acabou. Ele quer te convençer de algo. No que ele é muito bem sucedido na minha opinião.

Por exemplo, em O Evangelho Segundo Jesus Cristo ele sempre destila sua ironia contra o cristianismo. Chega até a estabelecer uma relação de contrato entre o diabo e Jesus. O que deve ter feito as carolas ficarem com todos os cabelos do corpo em pé… Não me admira os padrecos detestarem o cara.

Em Ensaio Sobre a Cegueira ele criou uma situação de confusão social generalizada por uma doença para dizer o quanto o ser humano é ruim e nojento quando se trata de sobreviver. Nada que não seja real. Mas é real demais para a pobre imaginação dos leitores.

Não sei quanto a vocês, mas ler Ensaio Sobre a Cegueira me deixou com um leve desconforto estomacal, pra dizer o mínimo.

Por isso e muito mais, José Saramago mereceu o Prêmio Nobel que ganhou.

Mas há um porém, sempre há. Depois disso a produção do cara tem caído vertiginosamente de qualidade. A ponto de fazer livros chatos de ler e sem a menor criatividade e até repetição de temas. Caim, o seu livro mais recente, é assim. Simplesmente reciclou o que foi dito em outros livros numa história sem pé nem cabeça que desafia a lógica do leitor.

Quem não é acostumado a ler nada dele certamente vai detestar de primeira a obra…

Mas aí penso, o cara ganhou a porra no Nobel. Depois dessa ele pode simplesmente mandar meio mundo à merda e escrever do jeito que mais lhe aprouver, ou não. Talvez eu mesmo faria algo assim caso um dia ganhe o tal prêmio – sonha!… Afinal, deve ser legal ser foda, ganhar reconhecimento por isso e depois dar uma sonora banana para tudo e todos depois.

Por isso Saramago ainda continua foda, mesmo que tenha caído de produção.

Sim, eu também me meto a besta em escrever! Já terminei um livro que provavelmente nunca verá a luz do dia e estou escrevendo este que estou a mostrar a vocês.

Na verdade faz tempo que nem ponho a mão nessa coisa. Tenho quase 90 páginas e nenhum ânimo pra continuar. Por isso resolvi colocar um trecho dessa benga para o julgamento de vocês! Quero saber se ficou legal ou eu deveria me restringir somente a jogar videogame e falar mal dos outros.

Bem, é isso. O título do livro por enquanto é Como Escrever um Épico.

Por enquanto é só. Semana que vem posto o resto. Não vamos ocupar espaço à toa.

Acredito que todo mundo foi pego no hype que James Cameron tem feito nos últimos anos acerca de Avatar, seu mais novo filme. Eu também fui pego. Pra ser mais exato há uns dois anos, quando se discutia sobre os direitos do nome. Na época a galera andava brigando se a adaptação de Avatar, o desenho animado, teria ou não o mesmo nome do filme de Cameron. No fim da briga decidiu-se que não. O que pra mim não faz a menor diferença. Mas devo concordar que o desenho animado me satisfez bem mais.

Eu gosto de desenho animado, ora essa!

Olha ali, o texto vai começar!

Assisti Avatar ainda ontem, no dia da estréia, ainda com a sensação de que talvez veria algo épico na minha frente. Não digo que me decpcionei, mas também não achei nenhuma maravilha.

Enfim, estou pensando num modo de contar sobre o filme sem soltar muito da história pra quem ainda não viu. O que no fim é uma grande burrice, pois é simplesmente a história o grande calcanhar de Aquiles da produção.

Se não acredita lembre-se de Dança com Lobos. Agora insira naves espaciais e criaturas azuis no lugar dos índios norte-americanos. É a mesma coisa. Sem falar que a condução do roteiro é a mais previsível possível. Você pode prever sem a menor sombra de erro o que vai acontecer na cena seguinte.

Isso pode ser muito legal pra muitos que não gostam de se surpreender. Mas pra mim… Bem, isso eu considero um erro grosso.

Vamos ser francos. O cara gasta quase 400 milhões de dólares no troço e não teve como escrever um roteirozinho melhor? Eu acho uma puta falta de senso da parte dele.

Sem querer dar spoiler, mas só pra exemplificar, numa parte do filme os personagens são perseguidos por um bichão enorme, capaz de fazer qualquer dinossauro se cagar de medo. Eles escapam e lá pelas tantas um dos nativos diz que só meia dúzia de gatos pingados em toda história conseguiu domar o bicho.

Só sendo muito distraído pra não sacar que o herói da história mais cedo ou mais tarde irá fazê-lo.

Isso entre outras coisas…

Sim, eu sou azul e clichê, e daí?

Mas então, você quer dizer que Avatar é um poço de merda fedorenta, você me pergunta? Não, definitivamente não. É um bom filme, embora não chegue nem perto de Distrito 9 ou Bastardos Inglórios em qualidade de roteiro. Avatar não passa de um filme pipoca pra sentar e se divertir enquanto se espera a chuva passar do lado de fora do cinema, não mais.

Agora, e quanto aos efeitos especiais tão falados? Estão lá, toneladas deles. O filme todo parece um grande jogo de videogame. E vocês sabem o quanto eu gosto de videogames, por isso acabei gostando dele um pouco mais do que deveria. Mas é claro que efeitos visuais não se bastam a si mesmos.

No fim a impressão que eu acabei tendo é de que James Cameron só queria usar seus brinquedos novos. Não se importou muito com a história que iria contar e sim com as técnicas empregadas. Uma atitude que eu vi muito nos caras do departamento de animação da Belas Artes na UFMG… Só que eles não vão ganhar Oscars…

Essa atitude de desvelo com a história me deixa muito incomodado. Principalmente quando vem de um cara que nos deu Exterminador do Futuro 2 – esqueçam Titanic, aquilo é uma diarréia.

Hoje na internet o que não falta são pessoas proclamando que o filme é a revolução do cinema e sei lá mais o que. Não me importo com efeitos especiais, desde que me dêem uma história legal pra poder assistir e me lembrar depois que eu sair da sala de cinema.

Coisa que Avatar não me deu, infelizmente.

Um beijo e até mais!

Mais uma vez chegamos naquela época do ano na qual todo mundo finge que é bonzinho e que gosta de comer panetone!

Sério, vocês não acham que, se panetone fosse bom, deveria ser vendido todos os dias do ano? Tá, vocês vão dizer que Peru também só se vende nessa época… Mas Peru é um frango metido a besta enquanto panetone é um pão nojento com frutas cristalizadas mais nojentas no meio dele. E pão é algo que se comeria todos os dias… Então acho por bem interpretar que só se come panetone no fim do ano por ser a iguaria uma bela merda, insuportável num café da manhã comum de um dia comum qualquer. Ou seja, somente sob o espírito – de porco – natalino nos submetemos a degustar coisa tão ruim…

Sim, panetone é uma merda. Nisto se resume meu parágrafo acima. Agora chega de palhaçada e vamos continuar com isto.

Todo mês de dezembro somos bombardeados pelo já falado espírito natalino. De uma hora para outra as luzes começam a piscar e todo mundo quer ter um pinheirinho de mentira pra enfeitar a casa.

Ainda que não crescam pinheiros nevados por aqui…

Mas quem se importa? É natal! E a magia do natal deve se manter à todo custo.

Vamos nos acalmar…

Mas o que mais define esta época além de todas as outras? É claro, as histórias natalinas! Todas cheias de lições de moral e comportamento para serem adotadas pelas pessoas nesta época.

Nada contra histórias com moral para fazer as crianças comerem tudo no almoço e serem boazinhas com os mais velhos, ao contrário. O que enche é o fato desse troço se dar apenas nesta época.

Não se enganem. Também não estou defendendo histórias moralistas o ano todo. Até porque isso seria um saco. Mas precisamos escolher uma data no ano para isso? Eu acho que não…

Deu pra perceber que o texto de hoje é mais um desabafo do que o normal.

Acho que vou ficar por aqui desta vez. Semana que vem vou falar sobre Saramago. Isto é, se eu não virar um Grinch até lá…

Imagine um futuro onde a internet está espalhada por todos os cantos e todos, absolutamente todos estão conectados. Não apenas por meio de computadores, mas diretamente, a partir de implantes cerebrais e plugues nas nucas para os cabos de dados…

Mais ainda, as pessoas podem substituir partes perdidas do seus corpos por partes mecânicas perfeitamente adaptáveis, mais fortes e funcionais. Alguns substituem todo o corpo deixando apenas o cérebro como ciborgues completos, tendo habilidades sobre-humanas.

Parece assustador né? Mas ao mesmo tempo interessante… Que foi? Como se você nunca tivesse passado o fim de semana inteiro na frente do computador! Seria a mesma coisa, só que permanente.

Mas essa não é a grande sacada do troço. Vamos por partes.

Vamos mergulhar na história.

Antes de mais nada, é bom deixar claro aqui que não pretendo falar de absolutamente tudo envolvendo Ghost in the Shell – dentre eles uma série de animação para a TV e mangá – porque simplesmente prefiro me focar nos longa metragens. O motivo disso? Pode chamar de preguiça mas eu chamo de escolha retórica.

Continuando, o primeiro longa data de 1995 pelo que diz a wikipédia. Mas eu acho que é bem mais velho, uma vez que eu lembro de ter visto a capa do vídeo disso na locadora onde eu alugava meus cartuchos de Master System bem ao lado da prateleira de jogos… Mas estou divagando…

O que interessa é que a história se desenvolve em torno de Motoko Kusanagi, apelidada “Major” pelos colegas. Ela é uma ciborgue completa, ou seja, de natural só tem o cérebro e assim pode chutar o seu rabo na velocidade da luz enquanto desfila nua a sua frente…

Sério, ela fica pelada várias vezes durante o filme, não que isso me incomode é claro.

A Major como veio ao mundo, ou quase...

Mas não é um desenho de putaria, seus pervertidos! É algo altamente intelectualizado e cult.

Diga-se de passagem que Ghost in the Shell influenciou diretamente os criadores de Matrix, cujos nomes são impronunciáveis. Sim, desenho japonês contendo mulheres nuas e violência formou o cinema da década de 90. Duvido que vocês sabiam disso!

Agora vocês sabem, o que me permite ir direto para a continuação dele, Innocence.

Basicamente conta a história de uma pane de robôs acompanhantes que acabam matando seus donos. O policial que sobrou do primeiro filme – eu contei que a Major se une a uma entidade eletrônica chamada Puppet Master e vaga sem rumo na rede no primeiro filme? Agora contei. – está investigando o caso.

Batou, o cara que sobrou, e seu cachorro tristonho.

Lá pelas tantas ele descobre o real motivo do defeito nos robôs. Que eu não vou contar porque quero que você assista aos filmes seu preguiçoso! Por que acha que eu não não contei quase nada do enredo deles? Pra justamente isso.

Agora vamos terminar que este texto está há mais de 3 dias mofando nos rascunhos…

A grande sacada de Ghost in the Shell é ser, além de um filme de ação, uma ficção científica filosófica. Em meio a tanta tecnologia até mesmo dentro das pessoas, o que define a diferença entre homem e máquina? Esse é o mote do primeiro filme. Quanto ao segundo, na minha opinião, fala muito mais da dicotomina – odeio essa palavra, mas não tem outra – entre deus e o homem. Até porque um dos personagens da história aparece com tando poder sobre a rede que a tudo circunda que pode ser compradado à um deus. Não vou dizer quem é esse personagem, mas quem é esperto já deve ter sacado do quem estou falando.

Bem, hora de colocar o texto no blogue. Na próxima falarei de histórias de Natal. Até lá!

Então, hoje falaremos de um assunto terrível. Terrível e dentuço… Não, não é da Mônica, caso sua mente infantil e besta tenha pensado nisso. Vamos conversar sobre outro tipo de dentuço, que não usam vestido vermelho nem tem um coelho de pelúcia azul.

Vampiros!…

Parece que todo mundo gosta de histórias de vampiros. O que muito me surpreende porque até hoje eu nunca li um livro decente sobre o assunto. Sério, o Drácula de Bram Stoker é o troço mais chato e anticlimático que já li em toda minha vida. Drácula não faz nada de interessante a história toda e morre do jeito mais idiota possível no final.

Tem também os romances de Anne Ricce, que eu acho extremamente sem graça também. Mas são até melhores que o clássico.

Agora estamos vivento a febre dos vampirinhos emos que brilham(!?) ao sol e tem crises existenciais sobre morder ou não a menina chata que se joga em cima deles… Que história sensacional!… Isso se você for uma adolescente vinte quilos acima do peso e com  sérios problemas emocionais e de relacionamento. Qualquer ser humano normal dá risada dessa história. Mas quem disse que adolescentes, e ainda mais nesse estado, são seres humanos normais?

Mas não, meus queridos. Não ficarei o texto inteiro falando mal das historinhas insossas de Crepúsculo e afins.

Minha questão é um pouco mais profunda:

Como um tipo de personagem que só tem gerado as maiores bombas literárias da história traz tanto fascínio?

Já pensaram nisso?

Cara, NENHUMA HISTÓRIA SOBRE VAMPIROS É BOA! Absolutamente nenhuma. São todas um saco.

É claro que os fanzocas de Anne Ricce e dessa safra nova de chupadores(?) de sangue irão discordar de mim. Contudo, eu não dou a mínima pra eles e podem gritar à vontade. Se quiserem podem até comentar que ficarei feliz em falar mais mal das coisas que vocês tanto amam, manés!

Mas será que algum de vocês pode encontrar a resposta? Por que esse fenômeno estranho?

Eu penso que a resposta reside no fato de que livros ruins acabaram ganhando boas adaptações cinematográficas e em jogos de RPG. Pergunte ao seu amigo que leu Drácula e depois viu o filme qual ele acha melhor. Eu voto no segundo sem pestanejar.

Foi simplesmente o cinema de terror que criou o que é o vampiro hoje. Depois embalou num pacote pra todo mundo comprar e a galera vai engolindo.

Não que eu desgoste disso. Bons filmes serão sempre bons filmes. Mas é estranho ver que vampiros só se dão bem na telona do que em páginas. Novamente, não falo dos “novos” filmes de vampiros, não me comprometam.

Nem adianta olhar assim, você sabe que é verdade.

Então, vampiros só seriam bons personagens para filmes, certo?

Ao que eu respondo, não sei. Até porque, eu realmente não li nenhuma história em que um vampiro seja realmente interessante. São sempre os mesmos clichês de sempre. O cara atrai a vítima, geralmente uma mulher, a seduz, bebe seu sangue e eventualmente a transforma numa vampira que irá repetir o processo. Como um ciclo de reprodução.

Sim, vampiros são meros animais cujo interesse é ficar mais forte e se reproduzir. Não se engane, essa sempre foi a premissa básica da coisa. Logo, não vejo como personagens interessantes podem ser criados embaixo disso. Minto, até vejo, mas creio que nem se pode chamá-los de vampiros…

É uma coisa complicada. Até jogos de RPG e videogames usam a mesma premissa, com grande sucesso devo acrescentar.

Vampiro, A máscara é um dos RPGs mais conhecidos do mundo depois de Dungeons and Dragons. A série Castlevania é uma das mais lucrativas dos videogames.

E irritantes também, devido a sua dificuldade insana.

Até hoje eu não passei da maldita fase da montanha de Castlevania: Order of Ecclesia do Nintendo DS. Jogo desgraçado que só me faz raiva!…

….

Enfim, a coisa não muda drasticamente de um mídia pra outra.

O jogo pode até ser bom, mas é sempre mais do mesmo.

Finalizando, no fim, vampiros são apenas animais selvagens que precisam ser caçados para que não matem as pessoas. É isso e ponto. Qualquer abstração do conceito gera coisas chatas como os livros da Anne Ricce ou mesmo os vampirinhos adolescentes emos.

Isso é certo e não se pode mexer? Não sei, ninguém fez nada melhor até hoje, já disse. Mas caso alguém, nos próximos anos, venha a ter uma grande idéia estarei pronto para ouvir. Afinal, eu também gosto de histórias de vampiros, apesar de a grande maioria ser horrorosa!

E voltamos à programação normal, garotada!

Eu sei que já falei pra cacete de fantasia por aqui. Vocês devem estar querendo me pegar com um machado e decepar minha cabeça infeliz por isso. Mas eu gosto, poxa! Me dêem um desconto!

Desta fez eu não falarei tanto de fantasia. Quer dizer, não de fantasias medievais, com guerreiros combatendo o mal e trepando com a mocinha sobre uma pilha de cadáveres feita de seus inimigos…

Por alguma razão essa imagem me pareceu muito sexy…

Preciso arrumar uma namorada com urgência.

Enfim, falarei da fantasia do que pode acontecer, no meu conceito. Ou você acha que ficção científica é o que? Apenas uma viagem na maionese sobre histórias onde talvez, quem sabe um dia, provavelmente, viveremos num mundo onde a altíssima tecnologia existe.

Alguns autores até foram muito visionários e previram algumas verdades. De viagens espaciais até a internet com é conhecida hoje. Isso quando ninguém pensava nessas coisas.

Mas vamos por partes.

Meu conhecimento de ficção científica se atém somente ao nível dos filmes. Já li um pouco alguma coisa mas é muito pouco pra que eu possa dizer que conheço escritores do gênero.

Vou me atrever apenas a dizer que o negócio é filho de um fenômeno histórico muitas vezes chamado de mecanização em massa. Isso aconteceu mais ou menos na segunda metade do século XIX. Primeiro tínhamos as indústrias, depois fotografias e, quando menos se espera, as fotografias se movimentam e surge o cinema. O ser humano estava desbravando, graças a força da máquina, lugares onde jamais até então se pensou ir. E máquinas cada vez maiores e mais eficientes eram construidas.

Isso foi uma bela oportunidade pra malucos cheios de imaginação, como devem imaginar.

H_G_Wells

H G Wells, um dos malucos do gênero, escritor de Guerra dos Mundos

Enfim, o troço é simplesmente uma elegia à máquina. Parece que na literatura, o pico dos escritores de ficção científica foi entre a primeira e segunda metade do século XX, com gente como Isaac Asimov e outros mais.

Mas, como eu sou um nerd inculto nessa coisa toda, vou falar de filmes de ficção científica!

Claro, a gente tem que falar do que sabe! Não sou comentarista de economia do Bom Dia Brasil pra falar do que não entendo picas nenhuma. A não ser que eu fosse regiamente pago, como os idiotas da globo e tal… Mas estou divagando.

Vamos começar então com um dos grandes princípios da Ficção Científica!

terminator_004800

Vamos encher a porra toda de maquinas!!!

Sim, como pode existir o gênero sem um montão de máquinas. E melhor ainda! Sem máquinas malvadonas querendo destruir a humanidade! Computadores super lógicos que chegam a conclusão de que somos um monte de merda que deve ser descartada do mundo.

Afinal de contas é isso que somos mesmo…

Todo mundo imagina um futuro apocalíptico onde somos devidamente chumbados por nossas próprias criações. Alguns até gostam de pensar que isso pode se tornar verdade…

Mas as máquinas não estão aí só pra escrotizar!

Não senhor!

bicentenario

Tá aí Robin Willians que não me deixa mentir!

Muitas vezes as máquinas aparecem como meios de nos tornar melhores. De tornar a sociedade melhor e mais civilizada pois nelas mesmas estão inseridos conceitos de civilidade que racionalmente serão seguidos por máquinas a fim de que a humanidade alcance níveis cada vez maiores de entendimento.

A quem eu estou querendo enganar? Todo mundo sabe que a Skynet vai foder com todo mundo e exterminadores pularão nas suas goelas gordas antes que consigam mijar de medo.

É, parece que máquinas utópicas estão fora do esquema.

Passemos para outro, que será o último, devido a um branco total e brilhante em meu cérebro…

Novos padrões comportamentais e de estado!

Se você é um nerd atualizado e culto como eu certamente leu Admirável Mundo Novo e 1984. Caso contrário, rasteje para fora desta sua caverna para a biblioteca mais próxima.

Enfim, são dois livros que falam em sociedades futuras, nascidas da guerra mundial e tomadas pelo totalitarismo. Deve ser porque esses livros foram todos escritos na época da ascensão dos nazi-facistas, comunistas e derivados. A turma pensou que essa seria a onda do futuro.

Um futuro onde você não dá um peido sem que o Estado mande ou saiba. Onde até o que você será por toda sua vida infeliz já é determinado desde o nascimento.

O argumento recorrente das histórias é que, uma vez que o ser humano não tem opção de ser autodeterminado ele não pode causar mais conflitos. Seria então o início da paz mundial de verdade.

Ou seja, só seremos felizes como zumbis idiotas que fazem a mesma coisa o dia todo e não pensam em nada além disso.

Conheço algumas pessoas assim, e o número tem aumentado assustadoramente.

Será que os caras estavam certos mesmo?

Bem, dizem que a Ficção Científica de certo modo prevê o futuro…

E só pra finalizar: Não nerds, Star Wars não é ficção científica, é fantasia mesmo, assim como Star Trek. Sinto decepcioná-los, mas não vão se matar por isso, vão?

Aleatórias

Gente, eu juro que tentei. Fiz tanta força que acabei tendo uma diarréia das bravas… Mas simplesmente não consegui pensar em nada melhor pra escrever aqui esta semana. Ou seja, já que esta é a dura realidade, vou começar uma nova seção nesta benga:

Filosofias Filosofais para se Dissertar em Botecos!

Sim, eis o que o desespero faz com uma pessoa cujo blogue deve ser atualizado. É já que começei por desespero, vamos por ele! Ora, neste momento minhas mãos estão tremendo devido a falta de assunto, estou ouvindo um punk rock que me dá vontade de pegar um carro e tirar um racha aleatório contra um mané qualquer e depois estourar a cara no muro. Ou ainda ir a um boteco bem barra pesada e começar uma briga.

Mas não tem carro pra correr nem dinheiro pra boteco aqui. Até os botecos aqui são um saco… Logo terei que me conformar com o desespero e o vazio de não poder fazer nada, querido leitor.

desanimo

Começemos um texto desanimador...

O triste disso tudo é que eu nem posso beber. Sim, coleguinhas, estou preso à promessa que fiz a mim mesmo de não encher a cara…

A quem estou querendo enganar?

Tomo remédios arrasa-quarteirão que fariam meu cérebro fritar em questão de segundos caso eu tome contato com álcool em qualquer forma.

De certa forma, acho que meu cérebro já fritou… Não consigo pensar em nada que preste faz uns dias…

Oh, vida ingrata, na qual tenho um blogue e nenhum assunto para comentar!!!!

Já sei! Acho que vou falar da piriguete da Uniban…

Não, muito batido o tema. Primeiro que piriguetes tem aos montes por aí, segundo que não estou com vontade de discutir com um bando de virgens que não podem ver perna de mulher.

Definitivamente é um assunto que não tem nada a ver…

O da Madona! Pois é! Ela, dando pro Jesus aqui no Brasil…

Quem disse que eu me importo com isso? Aliás, quando era moleque preferia o Michael Jackson a ela nas minhas coleções de músicas. Não me perguntem por que.

Além do mais, estamos tentando escrever um blogue sério de literatura por aqui. E não é nada recomendável começarmos com besteiras de revista de fofoca agora. Mesmo que sejam assunto fácil por aí.

É que eu sou metido à besta sabem? Gosto de inventar o que ninguém inventou antes. Ou pelo menos gosto de ter essa ilusão. Vaidade pura.

Já disse que sou um poço de vaidade e escrever sobre qualquer merda não vai me fazer sentir melhor…

Olha, acho que vou desistir gente. Hoje tá difícil.

Hoje saio totalmente derrotado e triste pois não elaborei um texto minimamente decente para meus amiguinhos.

Quem sabe na próxima.

despedida

Sim, eu sei quando estou derrotado.

Postagens Antigas »