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World of Warcraft – O início.

13 jan

Sim, este blogue ainda existe. Isto é, se ainda tem alguém seguindo esta benga…

Mas não vamos falar disso. Falemos de joguinhos. No caso, World of Warcraft. No caso, minha segunda experiência com o jogo. Porque eu tive uma primeira experiência há alguns anos atrás. E não foi grandes coisas, admito. Achei o jogo uma chatice sem tamanho. Talvez porque eu não estava preparado para a coisa toda na época – sacaram a referência?… Não?…

Acontece que passou-se mais ou menos uns dois anos depois disso. Joguei um monte de MMOs, de modo que as mecânicas de World of Warcraft não mais pareciam tão estranhas quanto antes. Então, no final do ano passado – finalzinho de dezembro pra ser mais exato – resolvi jogar novamente.

E que diferença, senhoras e senhores! Que diferença!

Para as pessoas que estão há quinze anos debaixo de uma pedra e entraram na internet agora vou explicar um pouco do que se trata o jogo. Se você não faz parte desse grupo, favor, ignore este parágrafo. World of Warcraft – ou WoW – é o MMORPG mais famoso do mundo, com milhões de jogadores ao redor do planeta. E como em todo RPG, você cria seu personagem para interagir com o mundo e suas histórias. Acrescentando-se o fato de que você não faz isso sozinho, mas acompanhado de mais outros milhões de jogadores que também criaram seus respectivos personagens. E todos esses personagens criados interagem entre si das mais diversas formas. Ainda que a maioria dessas formas de interação sejam através de porrada… Desculpe, não gosto de PVP.

Depois da explicação acho que posso falar da minha segunda experiência no jogo.

Sim, eu sei que enrolo muito… Faz muito tempo que não escrevo aqui, me deem um desconto!

Quando reinstalei o jogo já tinha um paladino no nível 60 e alguma coisa, mas vendo alguns grupos e fóruns na internet fui informado de que o servidor no qual estava não era muito populoso. E que era mais fácil criar um personagem do zero do que transferir para outro servidor. O que é um processo bem caro aliás. Então, fiz um novo personagem! Melhor, maior, mais feio que o anterior! E ainda assim um paladino… Gosto da classe, fazer o que?

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Este aí de cima é meu paladino ainda no nível 1! A classe com a qual eu não jogo agora… Acabei criando um terceiro personagem no fim das contas. Vou explicar porque.

Eu gosto de jogar de tank – o tipo de personagem que segura os monstros enquanto os outros batem. Acho muito divertido! Pesquisei em sites e vi que a classe Cavaleiro da Morte, além de ter um dos nomes mais legais, conseguia sobreviver a quase tudo no jogo. Logo, eu queria fazer um cavaleiro da morte! Mas inicialmente eu comecei como paladino por um motivo idiota. Na minha cabeça de melão, eu achava que o paladino tinha um conjunto de missões mais pra frente no jogo que me permitiriam mudá-lo para Cavaleiro da Morte. Ou seja, eu achava que uma classe podia se transformar em outra dentro do jogo. Nem me pergunte de onde eu tirei essa ideia, porque eu não sei. Mas segui com essa maluquice na cabeça até o nível 65 ou mais quanto eu fui olhar no fórum do jogo e vi que não, que meu sonho não se realizaria. Jamais um paladino poderia mudar pra cavaleiro da morte, e eu era uma besta por pensar assim. De modo que acabei criando outro personagem, desta vez com a classe que eu queria desde o início.

Pode me chamar de trouxa…

Desde então tenho jogado e surpreendentemente me divertido muito. Demorei pra me acostumar com o modo como World of Wacraft conta suas histórias, ambientado que estava com a história de Final Fantasy XIV. Neste, há uma história única que te segue por todas as missões até o grande confronto climático com o vilão no final. Em WoW cada região tem sua história. E mesmo o fio principal que as une parece não ser muito forte uma vez que partes centrais dele são contadas dentro das masmorras e raides. Logo, a coisa toda é meio fragmentada, mas nem por isso pior. As regiões tem histórias bem legais e bons personagens por si só.

Uma das primeiras áreas se inicia com um caso de assassinato o qual você está ajudando a desvendar. A medida que você vai investigando e se embrenhando mais na região mais coisas vão acontecendo. No meio da coisa toda você se depara com uma sociedade secreta comandada por um personagem mais secreto ainda. Para no final você descobrir que esse personagem – e responsável por todas as mortes e complicações – tratava-se de… Não vou dizer pra não estragar a surpresa de quem ainda quer jogar um dia. Mas é legal, eu garanto.

Você também se encontra com uma cópia do Rambo em outra região. Responsável pelas situações mais engraçadas que vi no jogo até agora. Sim, tudo é extremamente debochado, não se levando muito a sério em nenhum momento. Afinal, o absurdo das situações é a regra. Culminando na própria arte do jogo, totalmente exagerada.

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Por isso tudo acabei gostando de WoW e comprei a última expansão, Legion, logo que saiu uma promoção. E finalmente vi uma história central guiando minhas ações dentro do jogo! Se isso é bom ou ruim não sei dizer, mas vou tentar escrever mais sobre isso a medida que continuo jogando.

Espero que eu não tenha entediado quem conseguiu ler até aqui e até outra vez!

 

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