Arquivos | novembro, 2009

Vampiros, o terror da literatura.

22 nov

Então, hoje falaremos de um assunto terrível. Terrível e dentuço… Não, não é da Mônica, caso sua mente infantil e besta tenha pensado nisso. Vamos conversar sobre outro tipo de dentuço, que não usam vestido vermelho nem tem um coelho de pelúcia azul.

Vampiros!…

Parece que todo mundo gosta de histórias de vampiros. O que muito me surpreende porque até hoje eu nunca li um livro decente sobre o assunto. Sério, o Drácula de Bram Stoker é o troço mais chato e anticlimático que já li em toda minha vida. Drácula não faz nada de interessante a história toda e morre do jeito mais idiota possível no final.

Tem também os romances de Anne Ricce, que eu acho extremamente sem graça também. Mas são até melhores que o clássico.

Agora estamos vivento a febre dos vampirinhos emos que brilham(!?) ao sol e tem crises existenciais sobre morder ou não a menina chata que se joga em cima deles… Que história sensacional!… Isso se você for uma adolescente vinte quilos acima do peso e com  sérios problemas emocionais e de relacionamento. Qualquer ser humano normal dá risada dessa história. Mas quem disse que adolescentes, e ainda mais nesse estado, são seres humanos normais?

Mas não, meus queridos. Não ficarei o texto inteiro falando mal das historinhas insossas de Crepúsculo e afins.

Minha questão é um pouco mais profunda:

Como um tipo de personagem que só tem gerado as maiores bombas literárias da história traz tanto fascínio?

Já pensaram nisso?

Cara, NENHUMA HISTÓRIA SOBRE VAMPIROS É BOA! Absolutamente nenhuma. São todas um saco.

É claro que os fanzocas de Anne Ricce e dessa safra nova de chupadores(?) de sangue irão discordar de mim. Contudo, eu não dou a mínima pra eles e podem gritar à vontade. Se quiserem podem até comentar que ficarei feliz em falar mais mal das coisas que vocês tanto amam, manés!

Mas será que algum de vocês pode encontrar a resposta? Por que esse fenômeno estranho?

Eu penso que a resposta reside no fato de que livros ruins acabaram ganhando boas adaptações cinematográficas e em jogos de RPG. Pergunte ao seu amigo que leu Drácula e depois viu o filme qual ele acha melhor. Eu voto no segundo sem pestanejar.

Foi simplesmente o cinema de terror que criou o que é o vampiro hoje. Depois embalou num pacote pra todo mundo comprar e a galera vai engolindo.

Não que eu desgoste disso. Bons filmes serão sempre bons filmes. Mas é estranho ver que vampiros só se dão bem na telona do que em páginas. Novamente, não falo dos “novos” filmes de vampiros, não me comprometam.

Nem adianta olhar assim, você sabe que é verdade.

Então, vampiros só seriam bons personagens para filmes, certo?

Ao que eu respondo, não sei. Até porque, eu realmente não li nenhuma história em que um vampiro seja realmente interessante. São sempre os mesmos clichês de sempre. O cara atrai a vítima, geralmente uma mulher, a seduz, bebe seu sangue e eventualmente a transforma numa vampira que irá repetir o processo. Como um ciclo de reprodução.

Sim, vampiros são meros animais cujo interesse é ficar mais forte e se reproduzir. Não se engane, essa sempre foi a premissa básica da coisa. Logo, não vejo como personagens interessantes podem ser criados embaixo disso. Minto, até vejo, mas creio que nem se pode chamá-los de vampiros…

É uma coisa complicada. Até jogos de RPG e videogames usam a mesma premissa, com grande sucesso devo acrescentar.

Vampiro, A máscara é um dos RPGs mais conhecidos do mundo depois de Dungeons and Dragons. A série Castlevania é uma das mais lucrativas dos videogames.

E irritantes também, devido a sua dificuldade insana.

Até hoje eu não passei da maldita fase da montanha de Castlevania: Order of Ecclesia do Nintendo DS. Jogo desgraçado que só me faz raiva!…

….

Enfim, a coisa não muda drasticamente de um mídia pra outra.

O jogo pode até ser bom, mas é sempre mais do mesmo.

Finalizando, no fim, vampiros são apenas animais selvagens que precisam ser caçados para que não matem as pessoas. É isso e ponto. Qualquer abstração do conceito gera coisas chatas como os livros da Anne Ricce ou mesmo os vampirinhos adolescentes emos.

Isso é certo e não se pode mexer? Não sei, ninguém fez nada melhor até hoje, já disse. Mas caso alguém, nos próximos anos, venha a ter uma grande idéia estarei pronto para ouvir. Afinal, eu também gosto de histórias de vampiros, apesar de a grande maioria ser horrorosa!

A ciência da fantasia.

15 nov

E voltamos à programação normal, garotada!

Eu sei que já falei pra cacete de fantasia por aqui. Vocês devem estar querendo me pegar com um machado e decepar minha cabeça infeliz por isso. Mas eu gosto, poxa! Me dêem um desconto!

Desta fez eu não falarei tanto de fantasia. Quer dizer, não de fantasias medievais, com guerreiros combatendo o mal e trepando com a mocinha sobre uma pilha de cadáveres feita de seus inimigos…

Por alguma razão essa imagem me pareceu muito sexy…

Preciso arrumar uma namorada com urgência.

Enfim, falarei da fantasia do que pode acontecer, no meu conceito. Ou você acha que ficção científica é o que? Apenas uma viagem na maionese sobre histórias onde talvez, quem sabe um dia, provavelmente, viveremos num mundo onde a altíssima tecnologia existe.

Alguns autores até foram muito visionários e previram algumas verdades. De viagens espaciais até a internet com é conhecida hoje. Isso quando ninguém pensava nessas coisas.

Mas vamos por partes.

Meu conhecimento de ficção científica se atém somente ao nível dos filmes. Já li um pouco alguma coisa mas é muito pouco pra que eu possa dizer que conheço escritores do gênero.

Vou me atrever apenas a dizer que o negócio é filho de um fenômeno histórico muitas vezes chamado de mecanização em massa. Isso aconteceu mais ou menos na segunda metade do século XIX. Primeiro tínhamos as indústrias, depois fotografias e, quando menos se espera, as fotografias se movimentam e surge o cinema. O ser humano estava desbravando, graças a força da máquina, lugares onde jamais até então se pensou ir. E máquinas cada vez maiores e mais eficientes eram construidas.

Isso foi uma bela oportunidade pra malucos cheios de imaginação, como devem imaginar.

H_G_Wells

H G Wells, um dos malucos do gênero, escritor de Guerra dos Mundos

Enfim, o troço é simplesmente uma elegia à máquina. Parece que na literatura, o pico dos escritores de ficção científica foi entre a primeira e segunda metade do século XX, com gente como Isaac Asimov e outros mais.

Mas, como eu sou um nerd inculto nessa coisa toda, vou falar de filmes de ficção científica!

Claro, a gente tem que falar do que sabe! Não sou comentarista de economia do Bom Dia Brasil pra falar do que não entendo picas nenhuma. A não ser que eu fosse regiamente pago, como os idiotas da globo e tal… Mas estou divagando.

Vamos começar então com um dos grandes princípios da Ficção Científica!

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Vamos encher a porra toda de maquinas!!!

Sim, como pode existir o gênero sem um montão de máquinas. E melhor ainda! Sem máquinas malvadonas querendo destruir a humanidade! Computadores super lógicos que chegam a conclusão de que somos um monte de merda que deve ser descartada do mundo.

Afinal de contas é isso que somos mesmo…

Todo mundo imagina um futuro apocalíptico onde somos devidamente chumbados por nossas próprias criações. Alguns até gostam de pensar que isso pode se tornar verdade…

Mas as máquinas não estão aí só pra escrotizar!

Não senhor!

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Tá aí Robin Willians que não me deixa mentir!

Muitas vezes as máquinas aparecem como meios de nos tornar melhores. De tornar a sociedade melhor e mais civilizada pois nelas mesmas estão inseridos conceitos de civilidade que racionalmente serão seguidos por máquinas a fim de que a humanidade alcance níveis cada vez maiores de entendimento.

A quem eu estou querendo enganar? Todo mundo sabe que a Skynet vai foder com todo mundo e exterminadores pularão nas suas goelas gordas antes que consigam mijar de medo.

É, parece que máquinas utópicas estão fora do esquema.

Passemos para outro, que será o último, devido a um branco total e brilhante em meu cérebro…

Novos padrões comportamentais e de estado!

Se você é um nerd atualizado e culto como eu certamente leu Admirável Mundo Novo e 1984. Caso contrário, rasteje para fora desta sua caverna para a biblioteca mais próxima.

Enfim, são dois livros que falam em sociedades futuras, nascidas da guerra mundial e tomadas pelo totalitarismo. Deve ser porque esses livros foram todos escritos na época da ascensão dos nazi-facistas, comunistas e derivados. A turma pensou que essa seria a onda do futuro.

Um futuro onde você não dá um peido sem que o Estado mande ou saiba. Onde até o que você será por toda sua vida infeliz já é determinado desde o nascimento.

O argumento recorrente das histórias é que, uma vez que o ser humano não tem opção de ser autodeterminado ele não pode causar mais conflitos. Seria então o início da paz mundial de verdade.

Ou seja, só seremos felizes como zumbis idiotas que fazem a mesma coisa o dia todo e não pensam em nada além disso.

Conheço algumas pessoas assim, e o número tem aumentado assustadoramente.

Será que os caras estavam certos mesmo?

Bem, dizem que a Ficção Científica de certo modo prevê o futuro…

E só pra finalizar: Não nerds, Star Wars não é ficção científica, é fantasia mesmo, assim como Star Trek. Sinto decepcioná-los, mas não vão se matar por isso, vão?

Aleatórias

10 nov

Gente, eu juro que tentei. Fiz tanta força que acabei tendo uma diarréia das bravas… Mas simplesmente não consegui pensar em nada melhor pra escrever aqui esta semana. Ou seja, já que esta é a dura realidade, vou começar uma nova seção nesta benga:

Filosofias Filosofais para se Dissertar em Botecos!

Sim, eis o que o desespero faz com uma pessoa cujo blogue deve ser atualizado. É já que começei por desespero, vamos por ele! Ora, neste momento minhas mãos estão tremendo devido a falta de assunto, estou ouvindo um punk rock que me dá vontade de pegar um carro e tirar um racha aleatório contra um mané qualquer e depois estourar a cara no muro. Ou ainda ir a um boteco bem barra pesada e começar uma briga.

Mas não tem carro pra correr nem dinheiro pra boteco aqui. Até os botecos aqui são um saco… Logo terei que me conformar com o desespero e o vazio de não poder fazer nada, querido leitor.

desanimo

Começemos um texto desanimador...

O triste disso tudo é que eu nem posso beber. Sim, coleguinhas, estou preso à promessa que fiz a mim mesmo de não encher a cara…

A quem estou querendo enganar?

Tomo remédios arrasa-quarteirão que fariam meu cérebro fritar em questão de segundos caso eu tome contato com álcool em qualquer forma.

De certa forma, acho que meu cérebro já fritou… Não consigo pensar em nada que preste faz uns dias…

Oh, vida ingrata, na qual tenho um blogue e nenhum assunto para comentar!!!!

Já sei! Acho que vou falar da piriguete da Uniban…

Não, muito batido o tema. Primeiro que piriguetes tem aos montes por aí, segundo que não estou com vontade de discutir com um bando de virgens que não podem ver perna de mulher.

Definitivamente é um assunto que não tem nada a ver…

O da Madona! Pois é! Ela, dando pro Jesus aqui no Brasil…

Quem disse que eu me importo com isso? Aliás, quando era moleque preferia o Michael Jackson a ela nas minhas coleções de músicas. Não me perguntem por que.

Além do mais, estamos tentando escrever um blogue sério de literatura por aqui. E não é nada recomendável começarmos com besteiras de revista de fofoca agora. Mesmo que sejam assunto fácil por aí.

É que eu sou metido à besta sabem? Gosto de inventar o que ninguém inventou antes. Ou pelo menos gosto de ter essa ilusão. Vaidade pura.

Já disse que sou um poço de vaidade e escrever sobre qualquer merda não vai me fazer sentir melhor…

Olha, acho que vou desistir gente. Hoje tá difícil.

Hoje saio totalmente derrotado e triste pois não elaborei um texto minimamente decente para meus amiguinhos.

Quem sabe na próxima.

despedida

Sim, eu sei quando estou derrotado.

Distrito 9: Olho por olho, dente por dente.

2 nov

Sim, eu sei que todos os sites relacionados ao cinema estão comentando o filme. Também sei que ele estreou no Brasil. Por isso resolvi escrever uma resenha diferente sobre o filme.

Dizer como é o filme, se é bom, ruim ou vale a pena gastar seu dinheiro pra ver isso é trabalho de outras pessoas muito mais qualificadas do que eu – e principalmente, elas são pagas pra isso. Minha idéia aqui é pegar um ponto dentro do filme que foi até bem explorado no começo dele mas que ficou meio esquecido do meio pra frente.

Para não contar a história chamarei esse elemento apenas de A Lei do Mais Forte.

Sim, eu já vi o filme pela internet antes do lançamento brasileiro e não me orgulho disso. Mas estava ansioso demais. Mea culpa, mea maxima culpa! Em respeito aos produtores e profissionais que trabalharam no longa não revelarei os meios pelos quais tive acesso ao conteúdo total da obra, muito embora todo mundo já saiba onde encontrar essas coisas. Principalmente os executivos dos estúdios.

Então vamos logo pro texto, pessoal!

Então vamos logo pro texto, pessoal!

No filme, uma nave com cerca de um milhão de alienígenas encalha sem motivo aparente em cima de Joanesburgo, na África do Sul. Digo, encalha, porque se os ETs tivessem escolhido um lugarzinho melhor pra cair seriam as Ilhas Gregas, ou qualquer outro lugar mais civilizado.

Sim, porque um povo que fica O TEMPO INTEIRO tocando uma maldita corneta durante um jogo de futebol é tudo menos civilizado. Mas deixemos os pormenores para trás e até mesmo os políticos do país que não devem ter gostado nada como seu paizinho, às vésperas de uma Copa do Mundo, é mostrado.

Imagino o estardalhaço se o filme se passasse no Rio de Janeiro…

Políticos gritando em fúria hipócrita contra a honra manchada da pátria e tudo mais. Outros idiotas seguindo a conversa, achando que com isso resolvem os problemas.

Enfim, o filme se passa onde se passa simplesmente porque o diretor nasceu e cresceu lá. Só isso. Ou seja o cara fala do que conheçe bem:

A filha da putice humana!!!

Sim, senhoras e senhores! Este é o assunto deste texto de hoje. O filme é apenas um mote para mostrar o quanto o ser humano é filho da puta.

Você, seu nerd, que fica o dia inteiro trolando os outros na internet, que está vinte quilos acima do peso, que não tem vida social tampouco sexual a não ser com sua mão, você também é um escroto humano!

Mas não precisa ficar com vergonha, existem muitos piores que você!

Exitem ditadores, torturadores, criminosos e até donas de casa que não valem um prato de miojo queimado.

O problema é que a brutal maioria dos seres humanos pode ser assim quando o tempo se faz favorável…

District 9

Que lindo, negros e brancos unidos pra sacanear os ETs!

Voltando ao filme,  o que acontece nele é que os alienígenas acabam confinados num campo, sem poder ter contato com qualquer ser humano que não porte no mínimo um fuzil apontado diretamente para a cara dele. Com o passar dos anos, o campo torna-se uma favela tão nojenta que faria qualquer morro do Rio de Janeiro parecer um condomínio de luxo de frente pro mar. Um lixão mesmo.

E o que nossos colegas de espécie fazem? Continuam achando os caras nojentos e os querem fora dali. Não importa o fato de não ajudarem picas quando os caras mais precisavam, não importa que ninguém dê bola pra eles e só os mantém por interesse militar. O que querem é ver os camarões, como eles chamam, pelas costas.

Isso tudo acontecendo num país onde teoricamente o Apartaid devia ter sido extinto e todo mundo aprendido sua lição do dia.

Mas quem disse que as pessoas aprendem alguma coisa?

E bala nos ETs!!!!

Sim, as pessoas são tão cruelmente filhas da puta que podem simplesmente esquecer todo passado de sofrimento de seu povo depois de um ganho próprio.

Isso me lembra uma parte do meu livro preferido, Memórias Póstumas de Brás Cubas. Estava lá nosso herói passeando calmamente pelas ruas quando vê um negro chicoteando outro com toda força. O negro que chicoteava era obviamente o dono do escravo azarado, então, ninguém mexia um músculo.

Brás, reconheçendo no chicoteador o seu escravinho de brinquedo de infância o chama pelo nome. O qual é prontamente atendido e as chibatadas param. Mas nosso amigo Brás não foi um senhor exemplar, daqueles das novelas. Ele espezinhava o menino o tempo todo quando era criança, fazendo-o de montaria até que seus joelhos sangrassem.

Quando o cara cresceu e conseguiu a alforria, acabou conseguindo alguma coisa na vida e com isso um escravo. O qual chicoteia sem dó.

Viram? É tudo questão de posição. Não existe ninguém bonzinho no mundo como sabiamente falou Machado de Assis. Se um cara tiver oportunidade de foder com a vida de alguém ele vai.

castigo3

Cara, isso deve doer... Muito.

Essa, pra mim é a premissa do filme. O resto, como a parte de ação e como o escrotinho maior acaba se tornando o herói da bagaça é tudo uma grande perfumaria.

Não tem preço ver negros se divertindo junto com brancos matando alienígenas e suas crianças sem dó nem piedade. Como se eles fossem menos que lixo. Pois é isso que as pessoas fazem com as outras quando lhes convém.

Se você não acredita em mim, pense no que você faria com seu vizinho chato caso tivesse poder para tal.

A humanidade não tem jeito, cara. Essa é a verdade.

E é por isso que filmes como District 9 são tão necessários. Pra nos mostrar o quanto ruim nós somos. Nós mesmo. Em cada um de nós existe um tirano várias vezes pior do que o maior tirano que você pode pesquisar. Basta oportunidade para isso.

Se não acredita ainda, pense em quantas vezes foi filho da puta durante o dia de hoje ou tente amanhã. Vai se surpreender.

Ou vai procurar uma igreja qualquer, que é pra onde as pessoas gostam de ir para fingir que se purificam de sua enorme maldade enquanto só a enaltecem.

A própria idéia de um deus único fodão e colossal que faz tudo, vê tudo e pode te punir com o inferno só porque você bate uma na frente do monitor é a coisa mais maléfica que eu posso pensar no momento. Isso sem falar nas mortes envolvendo nomes de deuses idiotas ou o da moda mesmo.

Sim, sou ateu. Mordam suas mãos antes de postar qualquer asneira religiosa pois serão prazeirosamente sacaneados.

Ué? Eu também não posso ser filho da puta de vez em quando também não?

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